
Neste início de Outono comemoramos duas datas importantíssimas da História mundial. Refiro-me aos 70 anos da invasão da Polónia (início da segunda grande guerra) e aos 60 anos da revolução comunista de Mao Tse-tung na China.
Em 1 de Setembro de 1939, continuando uma irresponsável saga pelo alargamento do espaço "vital" alemão, Hitler ordena à Wermacht que invada a Polónia, tendo Varsóvia capitulado com arrepiante facilidade. Viviam-se os tempos áureos da Blitzkrieg e foram precisos vários factores para que os aliados conseguissem "dobrar" as forças armadas nazis a partir de 1941.
Na foto, tirada no Museu Militar de Varsóvia, fica a minha homenagem aos que se bateram contra o Fuhrer, em particular, ao levantamento popular de 1944.
Quanto à segunda data, 1 de Outubro de 1949, estamos a falar da segunda revolução comunista que instaura a República Popular da China e pôe termo à guerra fratricida entre nacionalistas, liderados por Chiang Kai-shek, e comunistas, encabeçados por Mao Tse-tung. Vive-se o início da Guerra Fria e a China importa e adapta o comunismo da URSS.
As recentes comemorações (as maiores de sempre) devem-nos fazer reflectir sobre este regime e sobre este país que se assumirá, sem grandes surpresas, como umas das potências liderantes ao longo deste séc. XXI...
Em 1 de Setembro de 1939, continuando uma irresponsável saga pelo alargamento do espaço "vital" alemão, Hitler ordena à Wermacht que invada a Polónia, tendo Varsóvia capitulado com arrepiante facilidade. Viviam-se os tempos áureos da Blitzkrieg e foram precisos vários factores para que os aliados conseguissem "dobrar" as forças armadas nazis a partir de 1941.
Na foto, tirada no Museu Militar de Varsóvia, fica a minha homenagem aos que se bateram contra o Fuhrer, em particular, ao levantamento popular de 1944.
Quanto à segunda data, 1 de Outubro de 1949, estamos a falar da segunda revolução comunista que instaura a República Popular da China e pôe termo à guerra fratricida entre nacionalistas, liderados por Chiang Kai-shek, e comunistas, encabeçados por Mao Tse-tung. Vive-se o início da Guerra Fria e a China importa e adapta o comunismo da URSS.
As recentes comemorações (as maiores de sempre) devem-nos fazer reflectir sobre este regime e sobre este país que se assumirá, sem grandes surpresas, como umas das potências liderantes ao longo deste séc. XXI...
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